Na educação bilíngue, o aluno não aprende inglês. Ele aprende em inglês

Na educação bilíngue, o aluno não aprende inglês. Ele aprende em inglês. O idioma é usado como ferramenta para adquirir conhecimento em todas as disciplinas do currículo internacional.

Os alunos aprendem a pensar nos dois idiomas em que lidam diariamente, transitando com desenvoltura entre as línguas portuguesa e inglesa.

O Cérebro Bilíngue

Estudos comprovam que a pessoa bilíngue tem mais facilidade para desenvolver um raciocínio lógico, mais velocidade na tomada de decisões e maior adaptabilidade. Quando alterna idiomas e escolhe as melhores palavras em cada um, a criança exercita o “Sistema Central de Controle Executivo” do cérebro, realizando com mais eficiência as demais tarefas processadas ali, como organização de pensamento, empatia, motivação, entre outras. 

Começar cedo é melhor!

A dúvida sobre quando começar se faz presente no momento da escolha. Contudo, como o desenvolvimento neurológico é muito acentuado nos primeiros anos de vida, as atividades cerebrais estão, a todo momento, em alta performance.  

Dessa forma, quanto mais cedo acontece o processo de aquisição da segunda língua, mais natural ele se apresenta no cérebro – o que aumenta, significativamente, as chances de chegar à fluência como a de um nativo.

Essa exposição antecipada garante uma maior assimilação em relação às sutilezas de pronúncia, maior repertório e recobra lexical, e uma enorme flexibilidade linguística e mental. Por isso, é até comum que haja “mistura” dos dois idiomas, contudo, isso se mostra como um indicador do sucesso, nesse processo. Assim, quanto mais cedo se aprende outra língua, mais chances a criança tem de processá-la e compreendê-la como falante nativo.